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A Nossa Parte na Desordem


“Examine-se, pois, o homem a si mesmo…”
1 Coríntios 11:28

Temos o costume de atribuir aos outros a responsabilidade por aquilo que está acontecendo em nossas vidas. Muitas vezes, é mais fácil apontar para fora do que olhar para dentro e reconhecer que também temos participação nos cenários que vivemos.

Nem tudo que acontece ao nosso redor está sob o nosso controle, mas precisamos compreender que nossas escolhas, atitudes e pensamentos também contribuem para construir a realidade que experimentamos.

Por isso, precisamos nos perguntar: qual é a nossa parte nisso?
Quais decisões tomamos? Quais comportamentos mantivemos? Quais pensamentos precisam ser transformados? Quais áreas da nossa vida precisam ser reorganizadas?

Essa não é uma pergunta para gerar culpa, mas para despertar responsabilidade. Enquanto procuramos apenas culpados, permanecemos presos ao problema. Porém, quando temos coragem de reconhecer nossa parte, encontramos o caminho para a mudança.

A transformação começa quando deixamos de apenas reclamar sobre aquilo que está desorganizado e assumimos a responsabilidade de colocar em ordem aquilo que está ao nosso alcance.

Reconhecer nossas falhas não nos diminui; pelo contrário, nos permite crescer. A maturidade nasce quando temos humildade para olhar para dentro, aprender com nossos erros e permitir que Deus trabalhe em nós.

Quando encontramos essa resposta, passamos a focar na mudança e a organizar aquilo que precisa ser restaurado.

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.”
Salmos 139:23-24

Que Deus nos dê sabedoria para enxergar aquilo que precisa ser transformado em nós e coragem para realizar as mudanças necessárias.

Roberto Viana



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Jesus, o amor encarnado!

Muitos pensam que o amor é um sentimento; enganam-se por pensar assim. O amor é uma pessoa, e onde essa pessoa está, o egoísmo, o egocentrismo e as infantilidades começam a perder espaço, porque Cristo transforma o coração e conduz a uma vida de amor.

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.” (Gálatas 2:20 ARC)

Essa pessoa é Jesus, o amor encarnado, ressuscitado e vivo, que traz paz à humanidade.

Então, quando você vê uma pessoa perdoando a outra, fazendo algo pelo outro mesmo sem ele merecer, ela está manifestando Cristo na Terra, manifestando o Amor.

Continuamos a errar por querer colocar um sentimento no lugar onde deveria habitar Jesus. Quando substituímos a nós mesmos por Jesus, tudo fica diferente.

Jesus, o Amor, precisa ser o centro da sua vida, do seu casamento, da sua escola, do seu trabalho, do seu caminhar, do seu agir e do seu pensar.

“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor…” (Colossenses 3:23 ARC)

O que vivemos hoje é: “Eu vivo aqui e Jesus ali”. O nome disso é religiosidade. Por isso existe tamanha discrepância entre o Jesus bíblico e aquilo que vemos por aí hoje.

Tomamos nossas atitudes baseados em nosso próprio conhecimento e experiências, esquecendo-nos de trazer o Amor para nossas decisões.

“Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou.” (1João 2:6 ARC)

“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1João 4:9 ARC)

Roberto Viana

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ROMPER DÓI, MAS PERMANECER PODE DOER MAIS AINDA

“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova; agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios no ermo.”
Isaías 43:18-19

Durante a vida, sempre precisaremos romper com algo, alguém, uma ideia ou uma forma de viver. Existem ciclos que precisam ser encerrados para que novos caminhos possam surgir. Nem todo rompimento representa uma perda; muitas vezes, é o início de um processo de crescimento e transformação.

“Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou.”
Eclesiastes 3:2

A dificuldade que encontramos para romper com determinadas fases da vida também revela algo profundo sobre a natureza humana: temos uma tendência a permanecer no que é conhecido, mesmo quando aquilo já não nos faz crescer. Muitas vezes, preferimos a segurança do conhecido ao desafio do novo, pois toda mudança traz consigo incertezas e medos.

O ser humano possui resistências internas diante daquilo que exige transformação. Sigmund Freud demonstrou, através da Psicanálise, que muitos dos nossos comportamentos são influenciados por conteúdos que nem sempre percebemos conscientemente. Por isso, mudar significa muitas vezes confrontar antigas formas de pensar, sentimentos e padrões construídos ao longo da vida.

Precisamos, em muitos momentos, mudar a direção da nossa caminhada. Precisamos deixar para trás aquilo que fomos, nossos antigos pensamentos, atitudes e comportamentos, para nos tornarmos pessoas melhores. Esse processo não é fácil, pois toda mudança exige coragem, renúncia e disposição para enfrentar aquilo que nos limita.

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Romanos 12:2

Carl Gustav Jung também destacou que o amadurecimento humano envolve um profundo encontro consigo mesmo. Muitas vezes, aquilo que evitamos enfrentar dentro de nós continua influenciando nossas escolhas. A transformação começa quando temos coragem de reconhecer nossas limitações, enfrentar nossas sombras e permitir que uma nova versão de nós mesmos seja construída.

Mudar de opinião, rever conceitos, abandonar velhos hábitos e, em alguns momentos, afastar-se de pessoas ou ambientes que não contribuem para o nosso crescimento são decisões necessárias para quem deseja amadurecer e alcançar novos lugares.

Crescer exige reconhecer que nem sempre estamos certos e compreender que algumas rupturas são fundamentais para a construção de uma nova história.

Muitos têm medo de romper com algo em suas vidas porque não sabem o que encontrarão depois da mudança. Sentem-se tão perdidos diante do desconhecido que transformar sua realidade parece algo impossível. Existe o medo de pensar diferente, de agir de uma nova maneira, do julgamento das pessoas e até mesmo da solidão.

Porém, quando colocamos nossa confiança em Deus, entendemos que Ele continua cuidando de cada detalhe, mesmo quando não conseguimos enxergar o caminho completo.

“Porque Deus não nos deu o espírito de medo, mas de poder, de amor e de equilíbrio.”
2 Timóteo 1:7

Por isso, confie em Deus e não permita que o medo impeça você de viver aquilo que Ele tem preparado.

Viver exige mudanças. Exige sair da zona de conforto. Exige humildade para reconhecer nossas limitações e coragem para aceitar que algumas rupturas são necessárias.

Nem sempre aquilo que deixamos para trás era uma perda; às vezes, era apenas algo que precisava ser encerrado para que pudéssemos avançar.

Deus não nos chama para permanecer presos ao passado, mas para caminhar em direção ao propósito que Ele estabeleceu para nós.

Confie! Viva! Rompa!

“Esforça-te e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes, porque o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares.”
Josué 1:9

Que possamos compreender que toda transformação guiada por Deus possui um propósito. Nem todo fim representa uma derrota; algumas portas precisam ser fechadas para que outras possam ser abertas.

Romper não é simplesmente abandonar o passado. Romper é permitir que Deus nos conduza para aquilo que fomos chamados a viver.

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…”
Romanos 12:2

“Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.”
Filipenses 1:6

A nossa transformação é um processo. Deus não terminou de escrever a nossa história.

Roberto Viana

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Onde estás, ó, Senhor?

“E esperarei ao Senhor, que esconde o seu rosto da casa de Jacó, e a ele aguardarei”. Isaías 8:17

Onde estás? Por que não me escutas? Estas são perguntas que fazemos frequentemente em nosso íntimo diante das grandes dificuldades, dor e sofrimentos que passamos no decorrer da vida.

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Muitos Não Entendem nossas Motivações.

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vô-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.

João 14:2,3

Em uma das minhas meditações, me perguntei o porquê de estarmos tão obstinados nesta luta para nos manter firmes diante da Palavra de Deus? Por que estamos nesta batalha na contramão do mundo, andando diferente da maneira que o mundo quer pintar a forma que devemos viver ou agir? Continuar lendo “Muitos Não Entendem nossas Motivações.” →

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Aprendendo com a Oração do Pai Nosso – Parte 2

Parte II: A Oração

Vocês orem assim: ‘Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal por teu ser o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém’ (Mateus 6:9-13).

Após orientar aos seus ouvintes sobre a forma devocional da oração, Jesus, ensina a “A Oração do Senhor” também conhecida como, “Oração do Pai Nosso”.

O Catecismo Maior de Westminster nos traz perguntas e respostas que deixa claro os motivos reais do ensino desta oração, vejamos:

Catecismo Maior de Westminster, perguntas 187 a 196. ¹

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Aprendendo com a Oração do Pai Nosso – Parte 1

Parte I: Orientações

Vocês orem assim: ‘Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém’ (Mateus 6:9-13).

Recentemente, ao ouvir um amigo reproduzindo um áudio de um pastor recitando o Pai Nosso, fui levado a uma profunda reflexão sobre o significado dessa oração.

Aqueles versos ecoaram em meu coração, despertando uma nova consciência. Entendi, naquele momento, que a oração do Pai Nosso não era apenas uma fórmula a ser repetida, mas um convite íntimo a uma relação profunda com Deus.

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A Verdade sobre o “Tudo Posso”

Filipenses 4.13

(Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece)

Muitos cristãos fazem uma interpretação equivocada quanto a este texto, tentando, incorretamente, nos mostrar que podemos tudo em Cristo, retirando do contexto este versículo. Fazendo isso de maneira egocêntrica, antropocêntrica e materialista, principalmente aqueles que pregam e recorrem à teologia da prosperidade e da confissão positiva, num sincretismo religioso absurdo. Continuar lendo “A Verdade sobre o “Tudo Posso”” →

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A Graça de um Pai Amoroso

Lucas 15. 24

“Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se”.

Essa parábola foi escrita em um contexto em que os pecadores e os publicanos se aproximavam de Cristo para ouvi-lo. Em contrapartida, os fariseus e os escribas O questionavam, dizendo como Jesus poderia recebê-los e comer com tais pessoas.

Cristo propôs algumas parábolas: a ovelha perdida, a dracma perdida e a parábola do filho pródigo, as quais serão abordadas neste artigo. Continuar lendo “A Graça de um Pai Amoroso” →

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Minha Escolha é a Escolha de Deus

“Escolherá para nós a nossa herança.” (Salmo 47:4)

Os nossos inimigos querem nos afundar em tristeza. O Senhor nos confirmará em nossa porção, e nosso lugar é designado por Sua infinita sabedoria. Uma mente mais sábia do que a nossa estabelece o nosso destino. Continuar lendo “Minha Escolha é a Escolha de Deus” →

Arrepender ou Perecer

Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi ou será salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-lo. Continuar lendo “Arrepender ou Perecer” →

A Divindade de Deus

A verdadeira fé é aquela que dá a Deus o lugar que Lhe é devido. E se dermos a Deus o Seu lugar devido, assumiremos o lugar que nos é próprio – no pó. O que pode trazer a criatura orgulhosa e autossuficiente mais rápido ao pó senão uma visão da Divindade de Deus? Continuar lendo “A Divindade de Deus” →

Quem sois vós?

Por que não conseguimos olhar para os nossos erros, não conseguimos olhar para nosso interior e identificar aquilo de ruim que está em nossas vidas?
Por que não nos identificamos com as coisas que de fato importam? Continuar lendo “Quem sois vós?” →

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