Deus das virtudes, volta-nos para ti, mostra-nos a tua face e seremos salvos.

Para qualquer parte que se volte a alma humana, se não se fixa em ti, se agarra à dor, ainda que se detenha nas belezas que estão fora de ti e fora de si mesma. Estas nada teriam de belo, se não proviessem de ti. Nascem e morre: nascendo, começam a existir e a crescer para chegar à maturidade; porém, uma vez maduras, decaem e morrem. Continuar lendo “O Destino efêmero da Criatura”

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